Intercambio Austrália: Saiba aqui como que funciona o intercambio neste país.

Um dos poucos países de língua inglesa que, além do desenvolvimento, também oferece clima mais ameno que as baixas temperaturas do hemisfério norte, este país acaba possuindo suas passagens aéreas um pouco mais caras que o normal, no entanto isso ocorre devido a facilidade que existe em tirar o visto para conseguir viajar para lá. Em 2011, mais de meio milhão de pessoas de 180 nações diferentes estavam matriculadas em algum curso no país, que tem cerca de 22 milhões de habitantes, pois é comum haver o intercambio Austrália.

intercambio Austrália

Entre os dez países com maior número de intercambistas no país da Oceania, e quando se trata do nosso país ele acaba sendo o diferenciado que não tende a ficar na Ásia e também No Oriente Médio. Ao todo, 15.285 brasileiros estudavam lá no ano passado, segundo dados do consulado do país em São Paulo. Entre 2008 e 2011, foram cerca de 65 mil intercâmbios.

Alexandre Chevis, de 16 anos, já tinha em mãos todos os documentos exigidos pelo programa de intercâmbio nos Estados Unidos que tinha escolhido, mas decidiu trocar o país da América do Norte pela cidade de Brisbane, na costa leste australiana, depois de descobrir as opções ofertadas pelo país da Oceania.

“Deu vontade de ver os programas na Austrália por curiosidade. Falei com um amigo de um amigo que já tinha ido para lá, e encontrei um colégio com convênio com uma academia de tênis. Como eu jogo tênis, gostei do programa”, contou o adolescente, que vai passar cerca de 6 meses na Austrália e assim conseguir aproveitar do máximo que este país pode lhe proporcionar quando se trata dos estudos. Alexandre considera bom o seu domínio do inglês e disse que resolveu fazer a viagem pela experiência. Mas a maioria dos estudantes que buscam intercambio Austrália pretendem adquirir fluência no idioma.

Intercambio Austrália

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É o caso de Carolina Brenoe. A estudante de 27 anos que estudou por um longo tempo odontologia aqui no Brasil, mas não estava feliz com a carreira que havia escolhido. “Decidi fazer a viagem para estudar inglês e voltar para estudar em uma área da qual eu gostasse”, contou a estudante. E isso ocorre pois ela passou cerca de 9 meses fazendo o intercambio com o seu querido noivo, que é engenheiro, mas decidiu largar o emprego para investir em aprender o idioma. Os dois voltaram ao Brasil no início do ano.

A jovem, que agora busca conhecer mais sobre a administração em si, diz que se torna importante para ele fazer isso em Sidney, que se encontra na costa leste, porque a cidade é grande como São Paulo. “Afinal esta cidade e um tipo de São Paulo só que um pouco menor, violência, poluição. É bonita e tem muitos parques”, disse Carolina, que viajou com programa da empresa S7 Study. Entre as diferenças apontadas por ela estão o frio – o casal chegou em maio de 2011 à Austrália, um período um pouco anterior do inverno que existiu por lá – e o custo de vida, já que o de Sydney é mais alto que o da capital paulista.

Custo de vida

“É caro, mas você ganha em dólar, então acaba conseguindo pagar aluguel e ainda sobra algum dinheiro.” Com as economias que fizeram em seis meses, eles conseguirem ficar por um bom tempo na Indonésia e Tailândia, passando assim um período. Eles no intercambio Austrália trabalharam em meio-período – e isso pode ser feito por pessoas que possuem um visto que possuem mais de 90 dias -, e pagavam 600 dólares australianos de aluguel por pessoa (cerca de R$ 1.130). “Eu trabalhei em um restaurante”, disse ela, que afirmou ter tido dificuldades para compreender o sotaque australiano apenas durante o primeiro mês.

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Uma das desvantagens que os brasileiros encontram na Austrália, segundo Carolina, é a comida. “Não tem a variedade de frutas e legumes do Brasil, e a qualidade é pior. Usam muito hormônio nos alimentos, afinal não acaba possuindo tanto gosto quando se trata do Brasil, algo que é extremamente diferenciado.” Além disso, ela afirmou que comer na rua é muito caro e que o casal preferiu cozinhar em casa.

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Um famoso publicitário chamado de Marcus Vinicius da Silva Farias, de 25 anos, vive desde abril de 2011 na cidade de Perth, no oeste australiano, e também disse que não são muitas as frutas que existem por lá, além de também legumes e verduras no seu lado do país. Ele falou que são diversos os lugares que existem empregos e é por causa disso que ele sim busca trabalhar por lá . “Você deve estar preparado física e psicologicamente para essa aventura, afinal, as opções que são oferecidas aqui são aquelas que você nunca cogitou no Brasil.” Desde que chegou, Marcus disso que já trabalhou de diversos coisas, mas principalmente de faxineiro, pedreiro, montador de móveis, garçom, camareiro, bartender, auxiliar de cozinha e preparador de sanduíches.

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O jovem, que foi acompanhado da namorada, Fernanda Ferreira Mizzin, buscou dar uma passada no local pelo fato dele não possuir um inglês muito bom, dessa maneira sabia que deveria praticar mais. “Sempre tive o sonho de viajar para fora do país. Antes de vir para a Austrália, estava no Brasil vendo algumas boas oportunidades passarem simplesmente pelo fato de não ter o inglês fluente no currículo. Por isso, decidi unir a minha vontade de aventura a essa necessidade profissional, e o resultado é esse quase um ano aqui na terra dos cangurus”.

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